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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

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Não é Clarisse, sou eu
Tomando a face de quem realmente é
Tirando a ilusão de quem encarno
Sou eu
Sou eu que estou lá trancado
Em pílulas afogados
A ser encontrado morto um quarto
Sou eu que só tinha dezesseis
Sou eu que só tenho quatorze anos
Sou eu e tanto outros que escondem a verdade de si próprios
Com vergonha ou medo de admitir o que realmente sente
Sou eu que não sabe o que quer dizer as letras da musicas
Mais sabe que é isso que sente
Que sabe que é eu que leio e que realmente escrevo este
Que sabe que não tem solução
Que “sente a essência estranha do que é a morte”
“no mundo que a verdade é o aveço”
É mais uma vez me vejo em textos e musicas...

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