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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

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Define-se de forma erronia o paradoxo de se tirar-se a própria vida por amor
De contra partida a falta do mesmo não transversalmente exata
Uma mente que tem o prospecto de articular o próprio assassinato não é necessariamente psicótica
Uma imagem a ponto de ser vista por si próprio, constantemente de um falso amor, para assimilar o sentido da vida, pode ser descoberto
A falta do que consideramos amor próprio é uma das verdadeiras fatalidades deste crime pessoal, talvez por isso o homem “temente a Deus” o classificaria como o dos maiores pecados
Então arrumamos uma chance para por a culpa, jogando os erros nos outros ou em nos mesmos
Como já dizia (como sempre ela) a sabia musica
“... não foi o caminhão
Nem a curva fatal
E nem a explosão
Johnny era fera de mais
Para vacilar assim... ”

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